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sábado, 22 de junho de 2013

O Brasil está nas ruas!

Havia um grito retido no peito de cada brasileiro. Sufocado por um estado absurdo de corrupção e desmandos políticos, milhões brasileiros ocuparam praças, avenidas e até os prédios símbolos do poder político em diversas capitais brasileiras, para protestar contra os abusos do atual governo federal, dos deputados e até do poder judiciário. Contra o Governo da presidente Dilma pesa o fato de ela ignorar a corrupção dos seus aliados políticos e de fazer vista grossa aos problemas sociais mais graves do país, que não podem ser resolvidos com os paliativos do tipo “Bolsa Família”. Os gastos com as Copa das Confederações, que quase nada de novo trouxe para o país, além dos gastos astronômicos com estádios em cidades que tem pouca ou nenhuma tradição no futebol, foi um dos fatores motivadores da mobilização das massas em todos os cantos do país. Um país com altos índices de corrupção em todos os níveis da administração pública, com um sistema educacional cambaleante, saúde doente, segurança pública falida, não pode ficar adormecido se dar ao luxo de cumprir às exigências da “todo-poderosa” FIFA construindo estádios caríssimos e luxuosos em meio a um oceano de pobreza e miséria. Não somos a favor da violência e da baderna; mas também não somos a favor da inércia, da falta de atitude.
Nós cristãos, não podemos esquecer que também fazemos parte dessa sociedade que grita por justiça, por escolas melhores, por assistência médica adequada, por segurança, por dignidade, por punição aos políticos corruptos, por transparências nos gastos públicos, por justiça social em todos os níveis.  
Orar pela nação é preciso, mas não basta. É preciso que nos unamos ao grito daqueles que, de forma consciente lutam por uma sociedade mais justa. É necessário que saiamos dos nossos guetos religiosos e nos apresentemos para protestar, inclusive nas redes sociais, por um Brasil que seja conhecido não apenas pelos desmandos dos seus governantes, pela corrupção desenfreada, pela lentidão da justiça e pela impunidade.
Vamos juntos nessa luta por um Brasil melhor!

Pr. Ribamar Sousa  

quarta-feira, 21 de março de 2012

O VALOR DO QUEBRANTAMENTO

 

Texto extraído do livro “A Liberação do Espírito”, Watchman Nee, Editora Luz e Vida.
Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?
Mateus 16: 24-26
Ninguém é mais belo do que alguém que está quebrantado! A teimosia e amor-próprio cedem lugar à beleza na pessoa que foi quebrantada por Deus. Vemos Jacó no velho testamento, como mesmo no ventre da sua mãe, lutava contra seu irmão. Era sutil, enganoso, traiçoeiro. Por isso, sua vida estava cheia de tristezas e de mágoas. Ainda jovem, fugiu do seu lar. Durante 20 anos foi logrado por Labão. A esposa de seu coração, Raquel, morreu prematuramente. O filho do seu amor, José, foi vendido. Anos mais tarde, outro filho foi preso no Egito. Deus tratou com ele sucessivamente, e Jacó encontrou infortúnio após infortúnio. Deus o feriu uma vez, duas vezes; na realidade, sua história toda pode ser descrita como a história de ser ferido por Deus. Finalmente, após muitos anos, o homem Jacó foi transformado. Quão nobres eram suas respostas a Faraó! Quão belo foi seu fim! Quão claras eram suas bênçãos pronunciadas a seus descendentes! Depois de ler a última página de sua história, queremos curvar a cabeça e adorar a Deus. Aqui encontramos alguém que está amadurecido, que conhece a Deus. Várias décadas de tratos tiveram como resultado que o homem exterior de Jacó foi quebrantado.
Cada um de nós tem uma boa parte da mesma natureza de Jacó em nós. Nossa única esperança é que o Senhor marque um caminho para fora, quebrantando o homem exterior (alma) de tal maneira que o homem interior (espírito) possa surgir e ser visto. Isto é precioso, e é o caminho daqueles que servem ao Senhor. Somente assim podemos servir; somente assim podemos levar os homens ao Senhor. Tudo o mais está limitado quanto ao seu valor. A doutrina não tem validade, nem a teologia. Qual é a utilidade do mero conhecimento da Bíblia se o homem exterior (alma) permanecer sem ser quebrantado? Somente a pessoa através de quem Deus pode aparecer é útil.
Depois de nosso homem exterior (alma) ter sido ferido, tratado e levado por diversas provas, temos feridas em nós, e assim deixamos o espírito emergir. Temos receio de encontrar alguns cujo ser total permanece intacto, nunca tendo sido tratado e transformado. Que Deus tenha misericórdia de nós, mostrando-nos claramente este caminho e revelando-nos que é o único caminho. Que ele também nos mostre que nisto é visto o propósito de todos os seus tratos durante os anos. Que ninguém menospreze os tratos do Senhor. Que Ele nos revele verdadeiramente o que significa o quebrantamento do homem exterior (alma). Se o homem exterior (alma) permanece integral, tudo estaria meramente em nossa mente, totalmente inútil. Tenhamos esperança que o Senhor venha a tratar de nós de modo completo.
Nosso espírito é liberado de acordo com o grau de nosso quebrantamento. Aquele que aceitou mais disciplina é aquele que melhor pode servir. Quanto mais alguém é quebrantado, mais sensível ela é. Quanto mais perdas sofrer, tanto mais tem para dar. Onde quer que desejamos salvar a nós mesmos, naquele mesmo ponto ficamos espiritualmente inúteis. Sempre que nos conservamos e nos desculpamos, naquele ponto estamos privados da vida de Deus. Somente aqueles que aprenderam é que podem servir.

quarta-feira, 14 de março de 2012

UMA NOVA LUZ PARA A SUA VIDA

Lucas 18:35-43.
INTRODUÇÃO
Essa é uma história real de um homem que, sendo cego, reconheceu em Jesus a oportunidade para recuperar não apenas a visão, mas a própria dignidade, visto que, naquela época pessoas como estas eram desprezadas pela sociedade e vistas como gente sem nenhum valor. O relato aponta para a vida do homem distanciado de Deus que, segundo a bíblia é considerado uma pessoa “espiritualmente cega” (2 Co 4.4) e distante do Criador (Rm 3.23). Nos mostra também como Jesus pode mudar a vida de todos aqueles que reconhecem a necessidade de ter um encontro com Ele.

I. A INUTILIDADE DO HOMEM CEGO (v. 35)
Do ponto de vista humano esse cego era uma pessoa completamente inútil, vivia de favores, de esmolas, daquilo que mendigava. Como era privado da visão, certamente dependia de outros para se locomover. Viva uma vida de tristeza, pobreza e solidão. Ele vivia na mais completa escuridão. Sem luz, sem dinheiro, sem alegria e sem dignidade. Era um homem infeliz. O cego de Jericó retrata muito bem a situação do homem.:distanciado de Deus, por causa do pecado, vive na escuridão espiritual e não sabe para onde vai.
Só há uma solução para o homem espiritualmente cego: Jesus. Ele é luz do mundo (João 8.12). Ele é tudo quanto você precisa para mudar de vida!

II. A HORA DA MUDANÇA (v. 36-38).
Por incrível que possa parecer, a situação daquele homem lhe proporcionou a oportunidade de experimentar a graça de Jesus Cristo! Mas o cego precisou reconhecer a sua situação de pobreza e de miséria para que experimentasse a mudança. Observe que ao tomar conhecimento que Jesus passava por ali, não perdeu oportunidade e gritou: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”. E Jesus prontamente o ouviu. Sair do seu orgulho e reconhecer que precisa de Jesus para mudar de vida, é a primeira condição para que a transformação aconteça na sua vida. O segundo passo depois deste é aproveitar a oportunidade e Clamar por Ele sabendo que somente ele pode mudar a sua vida. Não Há outro caminho (Jo 14.6). Não há outro meio de salvação (Atos 4.12)
Ele resolveu lançar-se em total dependência aos pés do Senhor Jesus.
Porém, alguns na multidão não viram com bons olhos a sua atitude.

III. A OPOSIÇÃO AO CLAMOR DO CEGO (v.39)
Observe que, entendo que Jesus estava ali e que não podia desperdiçar a oportunidade, ele lançou-se em completa dependência aos pés de Jesus. Ele começou a clamar mais e mais. Mas, para muitos, a atitude do cego não foi vista com bons olhos. O cego, porém, não se importou com a opinião das pessoas e continuou a clamar, até que Jesus se voltou para ele. E você, tem se importado com a opinião das pessoas? É interessante quando notamos que a atitude do cego incomodou aqueles que seguiam com Jesus. As pessoas o mandaram calar a boca. Talvez pensassem consigo: "O Mestre é um homem ocupado e não deve ser incomodado por um mendigo maltrapilho", ou talvez: "O Mestre não pode perder tempo com um simples mendigo cego". Assim eles o ordenavam que ficasse quieto.
Ele clamou tanto que mesmo em meio ao alvoroço da multidão Jesus o ouviu. Aquele homem estava para experimentar algo que o deixaria totalmente realizado. Ainda hoje é assim, em meio aos bilhões de pessoas se você clamar a Jesus Ele ouvirá o seu clamor. Ele sempre terá tempo para você!

IV. FRENTE A FRENTE COM JESUS (v.40-42)
Lemos que Jesus parou sua caminhada e mandou que o cego fosse trazido à sua presença. Então em meio a tantas pessoas o cego conseguiu a atenção do Mestre. Por um momento Jesus ignora a multidão e dá toda a sua atenção àquele homem.
Jesus lhe faz uma pergunta crucial: "O que você quer que eu lhe faça?" Então o cego responde de forma direta: "Senhor, eu quero ver". Jesus, notando a total dependência daquele homem nele satisfaz o sue pedido e milagrosamente faz com que ele recupere a visão.
Agora ele podia ver o rosto das pessoas, os pássaros, as nuvens no céu, o sol, as flores, as arvores etc., etc. Que maravilha! A fé daquele homem o levou a experimentar tamanha benção na sua vida.
Então ele passou a seguir a Jesus e a glorificar a Deus. Não só ele, mas também todo o povo que havia visto o milagre, a transformação ocorrida naquele homem.

VI. CONCLUSÃO
Talvez você esteja pensando: "O que é que eu tenho a ver com ser pobre de espírito e com este cego?"
Como vimos, toda pessoa, segundo a Bíblia, é espiritualmente cega. A diferença deste tipo de cegueira espiritual para a cegueira física é que esta é facilmente admitida. Um cego não diz que não é cego, mas muitos que estão cegos espiritualmente jamais admitem estar cegos. Você sabe por quê? Porque por causa do orgulho espiritual. Por isso, a pessoa não se volta para Jesus como uma pessoa necessitada. Essas pessoas acham que são boas, não se reconhecem como pecadores perdidos diante de Deus.
E você, como acha que irá mudar a sua condição diante de Deus?

REFLITA:
Você já chegou à conclusão de que é espiritualmente cego e que precisa desesperadamente de Jesus para que ele lhe dê a visão? Está cansado de viver uma vida de tropeços e escuridão? Não agüenta mais o estado da sua vida? Então, volte-se para Jesus, clame por ele e receba dele hoje mesmo a cura e a salvação!

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Jesus tem uma solução para você.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

Fotos do Retiro HOLY TIME 2012

Então, pessoal, como prometido, aí vão as fotos do Retiro... Nem todas estão aqui, nós selecionamos somente as melhores (e ainda não recuperamos algumas! :( ) mas aproveite e comente aqui mesmo no blog!!






































sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ser diferente para fazer a diferença: Lucas 1.5-23; 67-80


Introdução
João Batista era filho de uma família equilibrada e temente a Deus (vv. 5-7). Sua vida foi resultado de um milagre (1.7). Foi um homem que fez toda a diferença na sua época.  Por esse motivo foi alvo de perseguição e acabou sendo assassinado por Herodes. Analisaremos sete princípios que marcaram a sua vida e que devem marcar a vida de cada um de nós, se desejarmos ser diferentes e também fazer a diferença onde Deus nos colocou.
1.     Convicto do seu chamado (Lc 1.76). Era uma pessoa profundamente identificada com o propósito de Deus. Sabia qual era a sua missão: preparar o caminho para a vinda do Salvador! Sabia quem era (João 1.22,23) e quem não era (João 3.28). João nunca desejou ser Jesus. Muitos não prosperam porque desejam ser outra pessoa no reino. Pessoas que Deus usa não estão interessadas em cargo ou ministério como status ou meio de vida, mas como uma oportunidade de melhor servir tanto a Deus quanto aos homens.
REFLEXÃO: Você é uma pessoa convicta do seu chamado? Sabe quem você é em Cristo? Sabe também quem você não é? Comente a seguinte afirmação: “Bem aventurado aquele que descobriu a sua verdadeira vocação. Ele não deve procurar outra bênção, pois encontrou o supremo ideal de sua existência.”
2.    Um homem íntegro (Lucas 1.74-75). O incrédulo Herodes testemunhou acerca do caráter de João (Marcos 6.20). Alguns chegaram a pensar que João era o Cristo, devido ao seu caráter transparente e reto diante de todos. Uma pessoa relapsa, que cultiva a desonestidade, a mentira, a indiferença, a impureza, o ressentimento, a mera religiosidade, não pode ser usada pelo Senhor de forma eficiente.
REFLEXÃO: Por onde você anda as pessoas têm testemunhado da sua integridade?
3.    Uma vida marcada pelo poder do Espírito (1.15-17). Pessoas cheias do Espírito Santo são pessoas focadas nos sonhos de Deus e conscientes da sua missão (João 15.16). São pessoas preparadas para ganhar, gerar e multiplicar. São pessoas alegres, motivadas e cheias da graça e da autoridade de Deus.
REFLEXÃO: Você é uma pessoa marcada pela unção do Espírito?
4.    Uma vida de oração e intimidade com a Palavra (Lc 1.80)
Ninguém cresce sem oração e sem meditação na Palavra. Oração e meditação na Palavra são mandamentos e não apenas sugestões ( 2 Cr 16.11s 1.8). Nada receberemos do Senhor se não orarmos. A oração mantém a “chama” de Deus acesa dentro de nós (Amós 5.4). A oração “é a melhor ginástica para a alma” (Spurgeon).
REFLEXÃO: Comente a seguinte afirmação: “O momento mais perigoso para um crente é quando ele negligencia a oração e a meditação. Ele torna-se frágil espiritualmente e será presa fácil para os assédios do mundo, dos prazeres da carne e das ciladas do diabo.”
5.    Uma vida centrada em Deus (Lucas 1.77; João 3.26-31). O centro de sua motivação e alegria era Jesus. João tinha graça de Deus para compreender que Jesus era “o cara” e não ele. Por isso ele pode afirmar: convém que ele cresça e que eu DIMINUA. Ele sabia a diferença entre cargo e encargo. Ele não era um competidor, e sim, um colaborador. Ela sabia que Deus havia cumprido nele o seu propósito que era o de ser precursor de Jesus. E isso era o suficiente!
Deus só usa pessoas sobre as quais ele tem plena liberdade para governar. Ele só usa aqueles que permitem que ele seja o CENTRO de suas vidas.
6.    Foi alvo de oposição e hostilidade (Lc 2.19-20; Marcos 6.17-29). A decisão de seguir a Jesus e de andar na sua vontade custe o que custar, certamente resultará em sofrer oposição e hostilidade: do mundo, dos amigos, da família, do diabo e da própria igreja!
7.    Cheio de zelo e paixão pela missão que Deus lhe entregou a realizar (Lucas 3.3). Pregou incansavelmente. Foi intenso na sua missão. Não se deixou desviar disso por nada!
REFLEXÃO: 1. Comente a seguinte afirmação: “Não basta conhecer a sua vocação; não basta ser um líder na casa de Deus. É preciso ser obediente à missão que lhe foi entregue a realizar: ganhar, edificar, multiplicar pessoas “à imagem e semelhança do Criador”. 2.  Você tem sido incansável na pregação do Evangelho?
CONCLUSÃO: 1. Você está fazendo a diferença no mundo? 2. Que posição você pretende tomar para que a sua vida seja marcada por esses sete princípios que marcaram a vida de João Batista?

Pr. Ribamar Sousa