Nesta quinta feira (15) nossa Geração Teen multiplicou mais uma vez. E as fotos da celebração estão aqui! Aproveite e deixe um comentário, se preferir, com sua conta do Facebook no fim da página.
A célula "Brado do Leão" irá se reunir agora na casa da Elaine e a célula "MotivAÇÃO" irá se reunir na casa da Cilene. Só continuarão no prédio (por enquanto) a célula "Fogo e Glória" e a célula "Atitude". Até o fim do ano, sabemos que vamos multiplicar muito mais!
Agora, aproveite as fotos.
sexta-feira, 16 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
UMA NOVA LUZ PARA A SUA VIDA
Lucas 18:35-43.
INTRODUÇÃO
Essa é uma história real de um homem que, sendo cego, reconheceu em Jesus a oportunidade para recuperar não apenas a visão, mas a própria dignidade, visto que, naquela época pessoas como estas eram desprezadas pela sociedade e vistas como gente sem nenhum valor. O relato aponta para a vida do homem distanciado de Deus que, segundo a bíblia é considerado uma pessoa “espiritualmente cega” (2 Co 4.4) e distante do Criador (Rm 3.23). Nos mostra também como Jesus pode mudar a vida de todos aqueles que reconhecem a necessidade de ter um encontro com Ele.
I. A INUTILIDADE DO HOMEM CEGO (v. 35)
Do ponto de vista humano esse cego era uma pessoa completamente inútil, vivia de favores, de esmolas, daquilo que mendigava. Como era privado da visão, certamente dependia de outros para se locomover. Viva uma vida de tristeza, pobreza e solidão. Ele vivia na mais completa escuridão. Sem luz, sem dinheiro, sem alegria e sem dignidade. Era um homem infeliz. O cego de Jericó retrata muito bem a situação do homem.:distanciado de Deus, por causa do pecado, vive na escuridão espiritual e não sabe para onde vai.
Só há uma solução para o homem espiritualmente cego: Jesus. Ele é luz do mundo (João 8.12). Ele é tudo quanto você precisa para mudar de vida!
II. A HORA DA MUDANÇA (v. 36-38).
Por incrível que possa parecer, a situação daquele homem lhe proporcionou a oportunidade de experimentar a graça de Jesus Cristo! Mas o cego precisou reconhecer a sua situação de pobreza e de miséria para que experimentasse a mudança. Observe que ao tomar conhecimento que Jesus passava por ali, não perdeu oportunidade e gritou: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim”. E Jesus prontamente o ouviu. Sair do seu orgulho e reconhecer que precisa de Jesus para mudar de vida, é a primeira condição para que a transformação aconteça na sua vida. O segundo passo depois deste é aproveitar a oportunidade e Clamar por Ele sabendo que somente ele pode mudar a sua vida. Não Há outro caminho (Jo 14.6). Não há outro meio de salvação (Atos 4.12)
Ele resolveu lançar-se em total dependência aos pés do Senhor Jesus.
Porém, alguns na multidão não viram com bons olhos a sua atitude.
III. A OPOSIÇÃO AO CLAMOR DO CEGO (v.39)
Observe que, entendo que Jesus estava ali e que não podia desperdiçar a oportunidade, ele lançou-se em completa dependência aos pés de Jesus. Ele começou a clamar mais e mais. Mas, para muitos, a atitude do cego não foi vista com bons olhos. O cego, porém, não se importou com a opinião das pessoas e continuou a clamar, até que Jesus se voltou para ele. E você, tem se importado com a opinião das pessoas? É interessante quando notamos que a atitude do cego incomodou aqueles que seguiam com Jesus. As pessoas o mandaram calar a boca. Talvez pensassem consigo: "O Mestre é um homem ocupado e não deve ser incomodado por um mendigo maltrapilho", ou talvez: "O Mestre não pode perder tempo com um simples mendigo cego". Assim eles o ordenavam que ficasse quieto.
Ele clamou tanto que mesmo em meio ao alvoroço da multidão Jesus o ouviu. Aquele homem estava para experimentar algo que o deixaria totalmente realizado. Ainda hoje é assim, em meio aos bilhões de pessoas se você clamar a Jesus Ele ouvirá o seu clamor. Ele sempre terá tempo para você!
IV. FRENTE A FRENTE COM JESUS (v.40-42)
Lemos que Jesus parou sua caminhada e mandou que o cego fosse trazido à sua presença. Então em meio a tantas pessoas o cego conseguiu a atenção do Mestre. Por um momento Jesus ignora a multidão e dá toda a sua atenção àquele homem.
Jesus lhe faz uma pergunta crucial: "O que você quer que eu lhe faça?" Então o cego responde de forma direta: "Senhor, eu quero ver". Jesus, notando a total dependência daquele homem nele satisfaz o sue pedido e milagrosamente faz com que ele recupere a visão.
Agora ele podia ver o rosto das pessoas, os pássaros, as nuvens no céu, o sol, as flores, as arvores etc., etc. Que maravilha! A fé daquele homem o levou a experimentar tamanha benção na sua vida.
Então ele passou a seguir a Jesus e a glorificar a Deus. Não só ele, mas também todo o povo que havia visto o milagre, a transformação ocorrida naquele homem.
VI. CONCLUSÃO
Talvez você esteja pensando: "O que é que eu tenho a ver com ser pobre de espírito e com este cego?"
Como vimos, toda pessoa, segundo a Bíblia, é espiritualmente cega. A diferença deste tipo de cegueira espiritual para a cegueira física é que esta é facilmente admitida. Um cego não diz que não é cego, mas muitos que estão cegos espiritualmente jamais admitem estar cegos. Você sabe por quê? Porque por causa do orgulho espiritual. Por isso, a pessoa não se volta para Jesus como uma pessoa necessitada. Essas pessoas acham que são boas, não se reconhecem como pecadores perdidos diante de Deus.
E você, como acha que irá mudar a sua condição diante de Deus?
REFLITA:
Você já chegou à conclusão de que é espiritualmente cego e que precisa desesperadamente de Jesus para que ele lhe dê a visão? Está cansado de viver uma vida de tropeços e escuridão? Não agüenta mais o estado da sua vida? Então, volte-se para Jesus, clame por ele e receba dele hoje mesmo a cura e a salvação!
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Jesus tem uma solução para você.
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sábado, 10 de março de 2012
A mulher de Ló: um exemplo a não seguir
“Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32).
Mas, pra que? Com tantas pessoas de quem temos que
nos lembrar, para que nos lembrarmos da mulher de Ló? Ela viveu há tanto tempo!
Não há sequer um retratinho dela, nem o seu nome sabemos!
Essa mulher! Mulher-modelo! Sim, modelo a não ser
seguido. Todos nós somos tentados a agir como ela, em sua loucura momentânea e
fatal.
Era Ló o seu esposo, e ambos viviam com as duas
filhas na cidade de Sodoma. A cidade tinha uma característica: era promíscua. A
homossexualidade grassava livre, solta e generalizada por sua população. Ló
incomodava-se com isso, mas, como era um estrangeiro, pouco podia fazer. Pelo
menos suas filhas estavam encaminhadas. Elas tinham maridos. Diz-nos a bíblia
que os clamores sobre essa cidade subiram ao Senhor. Provavelmente os de Ló, homem
de oração.
Nenhuma oração que fazemos, quando sincera e
cônscia da presença do Senhor, é vã ou sem resposta. À semelhança das ondas de
rádio, que se propagam perpetuamente pelo universo, ao ponto de poderem ser
ouvidas novamente algum dia (dizem os entendidos), as orações também não se
perdem. Em Apocalipse está escrito que elas serão lançadas com incenso sobre a
Terra, nos dias de juízo (Ap 8.4). Ló orava e Deus atendeu aos seus clamores.
Dois anjos e o Senhor foram até Abraão notificá-lo
da destruição iminente de Sodoma. Enquanto Deus ficara com Abraão, os anjos
desceram à cidade. Ali, na praça, encontrados por Ló, foram convidados para
hospedarem-se em sua casa (a bíblia recomenda que sejamos hospitaleiros, pois
alguns podem estar hospedando anjos, cf Hb 13.2).
Ao entrarem em casa de Ló, os homens da cidade
foram à porta exigir que os visitantes fossem postos para fora, para serem
abusados sexualmente. Ló implorou-lhes que nada lhes fizessem, pois estavam
debaixo de seu teto. A gentalha ralhou com ele, dizendo que um estrangeiro não
deveria dar-lhes ordens, e agora iriam abusar dele mesmo. Foi quando os anjos o
recolheram para casa, cegaram o populacho e mandaram que Ló e a família saíssem
o mais cedo possível, pois haveria uma chuva de fogo e enxofre, destruindo
tudo. Mas instou com eles: não olhem para trás.
Ló, a esposa e as duas filhas saíram. Os genros não
quiseram, não acreditaram. “Não olhem para trás”, era a ordem. Correram estrada
afora. Infelizmente a mulher de Ló, não se sabe porque, se por zelo da casa,
misericórdia dos que ficaram, curiosidade ou medo, olhou para trás.
Imediatamente foi transformada numa estátua de sal, prefigurando o Mar Morto
que se formaria naquela área.
“Lembrai-vos da mulher de Ló”, que olhou para trás.
Quantos de nós, depois de sermos resgatados do mundo, somos tentados a voltar à
velha vida, aos velhos hábitos, às velhas alegrias! “Não olhem para trás”. Quem
lança mão do arado e olha para trás não é digno do Reino (Lc 9.61). Jesus diz
que quem olha para trás é como o “sal insípido”, que para nada mais presta,
senão para ser lançado fora (Mt 5.13), como o sal que compunha a estátua
daquela que fora uma mulher eleita, pois escolhida para sair da destruição em
função do esposo justo que tinha. Quem olha para trás é semelhante ao cão que
volta ao próprio vômito ou à porca que volta ao seu próprio lamaçal (II Pe
2.22)
Se for o seu caso, ainda há tempo, pois o “fogo e o
enxofre” não caíram sobre a Sodoma e Gomorra deste fim dos tempos. Ainda temos
um advogado perante o Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos
nossos pecados (I Jo 2.2).
“Lembrai-vos da mulher de Ló”.
Eu jamais quero seguir o exemplo dela. E você?
domingo, 4 de março de 2012
Aprendendo o que é o primeiro, o mais alto e o maior
A vida de muitas pessoas é uma confusão. Tudo é aceito sem importar o valor, e passa a uma massa sem relação e fora de foco. Isto não é verdadeiro em Cristo. Para ser um cristão a pessoa precisa colocar seus valores em ordem e sua vida em foco. É preciso buscar em primeiro lugar, o reino de Deus e sua justiça (Mateus 6:33), escolher a boa parte, que não será tirada (Lucas 10:41-42) e, esquecendo todas as outras coisas, prosseguir para o alvo "da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14). Tal concentração do coração e da vida é da própria essência do discipulado.
Mas se há um foco em Cristo essencial para se tornar um cristão, há também um foco em Cristo que é essencial para o desenvolvimento de uma vida espiritual bem equilibrada. Nem tudo no reino de Deus tem igual importância. Algumas verdades assentam no coração do evangelho e são estas verdades fundamentais que impregnam todo o resto do evangelho com significado. Precisamos portanto encontrar o centro de gravidade do evangelho e fazer dele o foco de nossa pregação e nossa fé.
Jesus, em sua fulminante repreensão dos escribas e fariseus pela hipocrisia deles, ataca seus valores espirituais como completamente fora de condições. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas! Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!" (Mateus 23:23). Lucas relata: "... ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus" (Lucas 11:42).
O humor mordaz nas palavras de nosso Senhor não é dirigido ao cuidadoso pagamento do dízimo de ervas miúdas da horta ("Isto devíeis ter feito") mas à grosseira negligência hipócrita deles de coisas imensamente mais importantes. Eles estavam na posição ridícula de um homem que de modo algum comesse uma mosca (imunda), mas desse um jeitinho de comer camelos (igualmente imundos) sem olhar para trás! Não me diga que o Senhor não tinha senso de humor!
O princípio do foco e do equilíbrio está evidente aqui. Algumas coisas na lei de Deus são mais pesadas do que outras. Não mais necessárias, porém mais pesadas. E a razão do seu peso maior é que elas são atitudes do coração que ficam bem no meio de uma vida devota. Elas são os valores que determinam a atitude de um homem para com o próprio Deus. Uma coisa é ser comprometido com certos mandamentos de Deus e outra ser comprometido com o Senhor.
Não somente algumas coisas na lei de Deus são mais pesadas do que outras, mas alguns dos mandamentos de Deus são maiores do que outros. Quando a Jesus foi perguntado por um certo escriba qual era o "grande mandamento" da lei ou, como Marcos o diz, "Qual é o principal de todos?", Jesus respondeu que era o mandamento para amar a Deus com todo o coração (Mateus 22:36-37; Marcos 12:28-29). E o que torna esse mandamento maior do que "não roubareis" ou "não cometereis adultério," ou "não arredondareis as extremidades de vosso cabelo"? O fato que esse mandamento está no coração da relação de um homem com Deus e determina sua atitude para com tudo que Deus pediu a ele. Um judeu, muito cônscio de não danificar as extremidades de sua barba (Levítico 19:27), provavelmente trataria com indiferença os mandamentos menos atraentes quando não havia nele amor a Deus. Mas o homem que ama a Deus tratará tudo o que ele tem dito com reverência, até mesmo o menor deles (Mateus 5:19). Amar a Deus com todo o coração não é o único mandamento de Deus, mas é o primeiro e o maior, porque nossa atitude para com Deus determina nossa atitude para com sua palavra, toda ela.
O mesmo pode ser dito do plano da redenção. Há muitas coisas no Novo Testamento ditas serem essenciais à salvação, mas são certamente de modo nenhum iguais em peso. O batismo não é igual em importância à graça de Deus. A fé não é igual em valor à cruz. A igreja local não está nivelada em importância com a intercessão de Cristo por seus santos. E isso é verdadeiro ainda que a salvação fosse anulada pela rejeição de qualquer destas coisas. Paulo não disse, "Longe esteja de mim gloriar-me, salvo na autonomia das igrejas locais" ou batismo, ou fé, ou a Ceia do Senhor, mas "na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (Gálatas 6:14). Sua fórmula simples era: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (1 Coríntios 1:31; 10:17). Em resumo, o que Deus tem feito e está fazendo em Cristo para nos dar a redenção sempre será enormemente mais importante do que poderíamos fazer para aceitar a redenção que Deus livremente dá em sua misericórdia.
O propósito da severa repreensão ao muito arrevesado sistema de valor dos fariseus não foi forçar uma escolha entre "justiça, misericórdia e fé" e "dar o dízimo da hortelã, da erva doce e do cominho". Ele afirma claramente que não era uma questão de "ou isto ou aquilo", mas de "tanto isto quanto aquilo". O que o Senhor queria deles era um reconhecimento de onde o âmago da questão está, para que eles pudessem continuar construindo aquela bela, bem equilibrada integridade espiritual que ele tem desejado para todos os homens.
- por Paul Earnhart
A vida de muitas pessoas é uma confusão. Tudo é aceito sem importar o valor, e passa a uma massa sem relação e fora de foco. Isto não é verdadeiro em Cristo. Para ser um cristão a pessoa precisa colocar seus valores em ordem e sua vida em foco. É preciso buscar em primeiro lugar, o reino de Deus e sua justiça (Mateus 6:33), escolher a boa parte, que não será tirada (Lucas 10:41-42) e, esquecendo todas as outras coisas, prosseguir para o alvo "da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14). Tal concentração do coração e da vida é da própria essência do discipulado.
Mas se há um foco em Cristo essencial para se tornar um cristão, há também um foco em Cristo que é essencial para o desenvolvimento de uma vida espiritual bem equilibrada. Nem tudo no reino de Deus tem igual importância. Algumas verdades assentam no coração do evangelho e são estas verdades fundamentais que impregnam todo o resto do evangelho com significado. Precisamos portanto encontrar o centro de gravidade do evangelho e fazer dele o foco de nossa pregação e nossa fé.
Jesus, em sua fulminante repreensão dos escribas e fariseus pela hipocrisia deles, ataca seus valores espirituais como completamente fora de condições. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas! Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!" (Mateus 23:23). Lucas relata: "... ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus" (Lucas 11:42).
O humor mordaz nas palavras de nosso Senhor não é dirigido ao cuidadoso pagamento do dízimo de ervas miúdas da horta ("Isto devíeis ter feito") mas à grosseira negligência hipócrita deles de coisas imensamente mais importantes. Eles estavam na posição ridícula de um homem que de modo algum comesse uma mosca (imunda), mas desse um jeitinho de comer camelos (igualmente imundos) sem olhar para trás! Não me diga que o Senhor não tinha senso de humor!
O princípio do foco e do equilíbrio está evidente aqui. Algumas coisas na lei de Deus são mais pesadas do que outras. Não mais necessárias, porém mais pesadas. E a razão do seu peso maior é que elas são atitudes do coração que ficam bem no meio de uma vida devota. Elas são os valores que determinam a atitude de um homem para com o próprio Deus. Uma coisa é ser comprometido com certos mandamentos de Deus e outra ser comprometido com o Senhor.
Não somente algumas coisas na lei de Deus são mais pesadas do que outras, mas alguns dos mandamentos de Deus são maiores do que outros. Quando a Jesus foi perguntado por um certo escriba qual era o "grande mandamento" da lei ou, como Marcos o diz, "Qual é o principal de todos?", Jesus respondeu que era o mandamento para amar a Deus com todo o coração (Mateus 22:36-37; Marcos 12:28-29). E o que torna esse mandamento maior do que "não roubareis" ou "não cometereis adultério," ou "não arredondareis as extremidades de vosso cabelo"? O fato que esse mandamento está no coração da relação de um homem com Deus e determina sua atitude para com tudo que Deus pediu a ele. Um judeu, muito cônscio de não danificar as extremidades de sua barba (Levítico 19:27), provavelmente trataria com indiferença os mandamentos menos atraentes quando não havia nele amor a Deus. Mas o homem que ama a Deus tratará tudo o que ele tem dito com reverência, até mesmo o menor deles (Mateus 5:19). Amar a Deus com todo o coração não é o único mandamento de Deus, mas é o primeiro e o maior, porque nossa atitude para com Deus determina nossa atitude para com sua palavra, toda ela.
O mesmo pode ser dito do plano da redenção. Há muitas coisas no Novo Testamento ditas serem essenciais à salvação, mas são certamente de modo nenhum iguais em peso. O batismo não é igual em importância à graça de Deus. A fé não é igual em valor à cruz. A igreja local não está nivelada em importância com a intercessão de Cristo por seus santos. E isso é verdadeiro ainda que a salvação fosse anulada pela rejeição de qualquer destas coisas. Paulo não disse, "Longe esteja de mim gloriar-me, salvo na autonomia das igrejas locais" ou batismo, ou fé, ou a Ceia do Senhor, mas "na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (Gálatas 6:14). Sua fórmula simples era: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (1 Coríntios 1:31; 10:17). Em resumo, o que Deus tem feito e está fazendo em Cristo para nos dar a redenção sempre será enormemente mais importante do que poderíamos fazer para aceitar a redenção que Deus livremente dá em sua misericórdia.
O propósito da severa repreensão ao muito arrevesado sistema de valor dos fariseus não foi forçar uma escolha entre "justiça, misericórdia e fé" e "dar o dízimo da hortelã, da erva doce e do cominho". Ele afirma claramente que não era uma questão de "ou isto ou aquilo", mas de "tanto isto quanto aquilo". O que o Senhor queria deles era um reconhecimento de onde o âmago da questão está, para que eles pudessem continuar construindo aquela bela, bem equilibrada integridade espiritual que ele tem desejado para todos os homens.
- por Paul Earnhart
quinta-feira, 1 de março de 2012
Fotos do Retiro HOLY TIME 2012
Então, pessoal, como prometido, aí vão as fotos do Retiro... Nem todas estão aqui, nós selecionamos somente as melhores (e ainda não recuperamos algumas! :( ) mas aproveite e comente aqui mesmo no blog!!
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